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| Deixo um cheirinho das festividades 2015 em Murçós |
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
CHEIRINHO A ELEIÇÕES
Abre finalmente uma luz ao fundo do túnel que alimenta a
esperança de termos as nossas ruas com nome e as casas com números. Já não era
sem tempo… até Vale de Abelheira já tinha!!!
GRANDE REPORTAGEM
A escolha do título foi do Vítor (poulo) um amante
incondicional dos usos e costumes de Murçós, que vislumbra ainda e sempre,
longe, no tempo da sua juventude, em conjunto com outros dispersos pelo Mundo,
e, tal como ele também relembram, carinhosamente, embora com certa nostalgia os
bons e os menos bons momentos passados na terra onde nasceram. Eram outros
tempos! Difíceis talvez… porém, genuínos. É um dos que volta sempre que tem
dois dias de folga, não para matar saudades (como se costuma dizer)
simplesmente para reviver com os que cá ficaram a euforia que contribuiu para a
sua felicidade, constituir uma família compreensível e tolerante, uma situação
social sem arrogância nem preconceitos, na simplicidade que o carateriza, modéstia,
alegria, e amizade verdadeiras.
Nunca se poupa na entre ajuda popular sacrificando se
necessário o preconizado ao justo, o natural ao supérfluo. Louvor seja dado a todos
aqueles que vindos de famílias modestas conseguem manter essa modéstia, e resistir
à tentação maléfica, levados pela ganancia e a avareza.
- Pereira; faça aí uma grande reportagem – pediu o Vítor em
tom de brincadeira.
Não vai ser certamente uma grande reportagem de
interesse público, mas uma reportagem de grande valor sentimental, que começou
na esplanada do Reis em palavreado e se realizou em casa da tia Maria
Alexandrina, mulher espetacular a quem nunca ouvi um queixume, venha quem vier,
na sua casa há sempre um petisco para dar e um sorriso nos lábios para desejar
as
boas- vindas. Nesta tarde de Agosto de 2015, já com a
chegada de muitos filhos da terra para passar uns diazitos com os familiares e
amigos, o tempo tórrido e o ambiente quente, preconizou-se um convívio em volta
de 6 kilos de camarão grelhado na prancha, um vinho verde fresquinho, sem
esquecer as entradas com produtos da terra: presunto alheiras chouriças e a
salada para acompanhar. O cozinheiro, Moisés; vestiu o avental e afiançou-nos
um petisco inesquecível com o segredo do molho de cujos ingredientes só
consegui apurar as “beldroegas”. Não nos desiludiu, os petiscos estavam
deliciosos, sendo mais importante ainda, o apreço convivial de uma tarde bem
passada contando várias passagens do passado, umas verídicas outras por certo
já contadas pelos bisavôs.
Repetimos o convívio, no dia seguinte, na esplanada do Reis,
em volta de uma mesa de chincalhão, com outros intervenientes, que me esqueci
de fotografar pelo que menciono os nomes esperando que me não levem a mal. Eu,
Reis, Jorge (Negreda) Toby,Elidio,Tó-zé, Jaime, Zé (Faustino) desta vez em
volta de 4 kilos de moelas cozinhadas ao nosso lado pela Deolinda, e um casal Garcia
fresquinho para acompanhar.
Esta Aldeia precisa desta animação para recuperar as
tradicionais farras de que tanto gostavam e se orgulhavam. Com a aproximação da
festa do Divino Senhor, as novenas seguem ao ritmo normal de crença, e os
mordomos não tem descanso, tentando arranjar dinheiro para pagar os contratos e
honrar a festa como sempre aconteceu.
Para os que não vão estar presentes deixo a cartaz das
festas, desejando a todos umas férias bem passadas, saúde paz e amor.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
confissões intimas
Não me considero possuído por poderes sobrenaturais tais
como: feitiço, encantamento, sortilégio, nem credito a existência, que serve de
pretexto (ao benfazejo e ao malfazejo) à dissimulação gradual dos seus próprios
defeitos ou fraquezas, onde qualquer tentativa de justificação, por mais
convincente se “avere” recai todavia e sempre na dúvida. A psicanálise do Ego extraída das várias e diversificadas
teorias filosóficas conduz a conclusões aproximativas e a diagnósticos frustrados
derivando de um contexto aparente, de um ato irrefletido, de uma conduta menos
convencional, de um pressuposto deficiente ou até mesmo errado. Expresso este
pequeno resume, com o intuito de tranquilizar (se realmente se preocupavam)
certas pessoas que considerava humanistas, amigas e até familiares, e que ao mínimo
desaire involuntário me esfaquearam pelas costas, traíram a confiança cega que
nelas depositava, e desiludiram-me profundamente, utilizando para cúmulo da hipocrisia,
aquela frase Bíblica; quando Jesus ao ser cruxificado, pede ao pai que perdoe
os seus malfeitores porque não sabiam o que faziam…
Não minhas falsas amigas, minhas parentes traidoras,
culambistas de 1ª categoria, felizmente ainda me não foram “detetados” sintomas
depressivos no sistema nervoso… talvez Parkinson herança genética da minha
querida mãe, que me deixa apreensivo mas sem medo de morrer, sabendo que é o
fim de todos nós… vou de consciência tranquila, porque jamais poderei ser
acusado de enxovalhar quem quer que fosse… pelo contrário. Terá sido uma pretensiosa
descarada que tentou humilhar-me contradizendo o meu direito de expressão de
forma ignóbil, valorizando os seus atributos sabichões, com títulos académicos
comprados no “mestre Mako”. Diz o provérbio que: no mais branco pano cai a
nodoa… neste caso considerações fictícias…porque o pano já nasceu manchado.
Por vezes pergunto a Deus que mal lhe fiz nesta última
década para ser metralhado de infâmia? Sei que nunca passarei de um pobre diabo,
e as minhas ambições restringem-se a viver em paz. Será que é pedir demais? Vou
cortar literalmente os vasos condutores de vaidade, egoísmo, falsidade e até
mesmo os de cidadania, que tanto prezava.
Tenho plena consciência de que não estou isento de culpas,
excedendo-me, revoltando-me e irrefletidamente atiro-me para dentro do grande
oceano onde me deixo imergir pelas gigantescas ondas, que no meu subconsciente
se transformam em vulcões medonhos, lacrimejando lavas que surgem para nos
cremar. “Fervoroso defensor das injustiças mundanas, não concebo que humilhem
os humildes, e sempre defenderei com unhas e dentes os nossos queridos idosos,
que tantos sacrifícios por nós fizeram, para serem apelidados de “velhos
farrapos”. Quem ousa narrar o que lhes vai na alma através de um olhar cansado,
piedoso? É tão fácil falar deles em termos teóricos! Tenho a certeza que a
realidade é outra no exercício da profissão…
terça-feira, 21 de julho de 2015
PSICULAMBISMO
Sem dúvida, o desporto
nacional mais praticadopor cá é
Os lambe-cus
“Noto com desagrado que se tem
desenvolvido muito em Portugal uma modalidade desportiva que julgara ter caído
em desuso depois da revolução de Abril. Situa-se na área da ginástica corporal
e envolve complexos exercícios contorcionistas em que cada jogador procura, por
todos os meios ao seu alcance, correr e prostrar-se de forma a lamber o cu de
um jogador mais poderoso do que ele.
Este cu pode ser o cu de um
superior hierárquico, de um ministro, de um agente da polícia ou de um artista.
O objectivo do jogo é identificá-los, lambê-los e recolher os respectivos
prémios. Os prémios podem ser em dinheiro, em promoção profissional ou em
permuta. À medida que vai lambendo os cus, vai ascendendo ou descendendo na
hierarquia.
Antes do 25 de Abril esta
modalidade era mais rudimentar. Era praticada por amadores, muitos em idade
escolar, e conhecida prosaicamente como «engraxanço».
Os chefes de repartição
engraxavam os chefes de serviço, os alunos engraxavam os professores, os
jornalistas engraxavam os ministros, as donas de casa engraxavam os médicos da
caixa, etc. ..
Mesmo assim, eram raros os
portugueses com feitio para passar graxa. Havia poucos engraxadores. Diga-se
porém, em abono da verdade, que os poucos que havia engraxavam imenso. Nesse
tempo, «engraxar» era uma actividade socialmente menosprezada.
O menino que engraxasse a
professora tinha de enfrentar depois o escárnio da turma. O colunista que
tecesse um grande elogio ao Presidente do Conselho era ostracizado pelos
colegas. Ninguém gostava de um engraxador.
Hoje tudo isso mudou. O
engraxanço evoluiu ao ponto de tornar-se irreconhecível. Foi-se subindo na
escala de subserviência, dos sapatos até ao cu.
O engraxador foi promovido
a lambe-botas e o lambe-botas a lambe-cu.
Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Não é preciso realçar a diferença, em termos de subordinação hierárquica e flexibilidade de movimentos, entre engraxar uns sapatos e lamber um cu.
Para fazer face à crescente
popularidade do desporto, importaram-se dos Estados Unidos, campeão do mundo na
modalidade, as regras e os estatutos da American Federation of Ass-licking and
Brown-nosing. Os praticantes portugueses puderam assim esquecer os tempos
amadores do engraxanço e aperfeiçoarem-se no desenvolvimento profissional do
Culambismo.
(…) Tudo isto teria graça
se os culambistas portugueses fossem tão mal tratados e sucedidos como os
engraxadores de outrora. O pior é que a nossa sociedade não só aceita o
culambismo como forma prática de subir na vida, como começa a exigi-lo como
habilitação profissional.
O culambismo compensa.
Sobreviver sem um mínimo de conhecimentos de culambismo é hoje tão difícil como
vencer na vida sem saber falar inglês.”
Miguel Esteves Cardoso, in
“Último
sexta-feira, 10 de julho de 2015
De Fernando Calado
… quase poema… ou das saudades
Às vezes precisamos de lavar a vida… abrir a janela que dá para o sol nascente e esperar que as rosas vermelhas perfumem as mãos fora de tempo e tudo aconteça hoje… o amanhã não existe nesta continuidade intemporal onde o relógio parou à beira do infinito.
… tenho saudades tuas que chegues no abraço que não termina e onde cabem todas as madrugadas… e sorrias num sorriso imaterial… no fim do tempo das cerejas, ou no adivinhar do sabor doce das maçãs grávidas de Verão… sumo na boca…
… tenho saudades tuas e do segredo que se esconde atrás duma porta aberta para o desconhecido onde só se ouvia o teu coração bater no descompasso verde lima-limão da surpresa da chegada!
… espero-te sentado à minha porta tu sabes que eu gosto de sentir o fresco da minha Serra de Nogueira… da serra da minha nossa Senhora da Serra… esperando e envelhecendo… contando os anos pela chegada das andorinhas… e pelo partir das cegonhas em voo planado que levam nas asas os sonhos dos que partem e dos que ficam.
… vem depressa… quando vieres pode ser ao anoitecer… mas vem… pode ser numa noite de lua cheia e se os meu olhos… cansados do fascínio das estrelas já não te encontrarem… afaga-me o cabelo com os teus dedos esguios e que sei de cor… aperta-me ao teu peito… e não digas nada… fica… deixa a porta aberta… e se eu te disser: - és tão bonita… e eu quero-te tanto!… é por que ainda te reconheci… na longa espera… neste amor infindo… sem tempo… nem lugar… nem condição…
… e nas mãos terei sempre a flor sol que me deste…
era Verão! e sorrias!
… quando se ama espera-se… e tudo será claro e definitivo… quando vieres… esfinge que adormece rente ao desejo de te beijar…
… fecha a porta de mansinho… e não digas nada da longa espera…
… um dia falaremos… do amor… do morrer de amar!
… um dia…
… quando vieres!
… quando se ama espera-se… e tudo será claro e definitivo… quando vieres… esfinge que adormece rente ao desejo de te beijar…
… fecha a porta de mansinho… e não digas nada da longa espera…
… um dia falaremos… do amor… do morrer de amar!
… um dia…
… quando vieres!
... não passes pela serra; o asfalto da estrada
sinuosa revoltou-se deixando visíveis as afiadas pedras que cortam... e os
desavergonhados camarários estão-se nas tintas para os passantes... Alvores
desavergonhados... trastes que visitam a Aldeia por suposta cordialidade,
e exigem 100 euros para a celebração da missa no Santo António... mas foi uma
cerimónia linda! embora somente para os ignorantes...Uma passadeira de flores
tecida e colorida, que custou à promessa 300 euros... almoço em comunidade
restrita aos da mesma cor, para não haver mistura de venenos e envenenados...
não houve distúrbios como receavam os manipuladores... a aldeia ficou bem-vista
embora estejam a pagar caro os custos dos atos mantidos para dissimular as
aparências... perdi-me neste ambiente maquiavélico, e, se é no silencio que me
refugio, sinto que se despedaça estilhaçando-se todo o meu ser... os valores
que me inculcaste tornaram-se granadas prestes a explodir... Sinto tanta e
tamanha raiva crescer dentro de mim, mas sei que a luta foi perdida antes da
batalha começar. Levanto-me, seja tarde ou cedo, entra-me pelas narinas um ar
asfixiante... fecho as portas e janelas... que tumulo tão esburacado! Olho as
ruas sem nome como se vagueasse pelo deserto, as portas sem número, e os cães que
me olham de soslaio recatando-se pelos cantos para ladrar sem serem ouvidos...
não ouso aventurar-me num passeio noturno com receio de ser estrangulado
numa esquina... e sofro tanto com este viver de presidiário que cometeu apenas
o crime de ajudar os que precisavam! A ingratidão é tão malvada...molho os lábios
ressequidos com água comprada porque aqui já não a há... e paga-se... e as
análises revelam : imprópria para consumo. São já tantos e tão flagrantes os
casos de desvario, negligência, desprezo, abandono, que pesam na consciência,
que um cálice do tamanho do "asador de vinhais" repleto de hóstias
não bastaria para colmatar as falhas de cidadania e honestidade...e os sinos
tocam dando sinais... quem é, quem não é? - e eu digo: mais um que não suportou
as injustiças, nem aqueles que as pregam. Suicidem-se os bons que dos maus está
o inferno cheio...Tentem viver harmoniosamente trancando as portas das casas...
toca o telefone... tornou-se o único meio de comunicação juntamente com a net
onde se pode dizer tudo e mais alguma coisa a preços acessíveis ainda que com
certos riscos... volto para os meus jogos culturais... saturo-me e saio... na
rua os raios solares abrasam-me, enquanto percorro as ruas: limpinhas,
limpinhas... sobretudo em volta da igreja e café... pudera! O fundo de
desemprego deu emprego a três carenciados e dois oportunistas por um ano...
tudo passa pelo staff nazi, aquele que levará Camilo Castelo Branco a
reescrever: a perdição (sem amor).Quem te cá chamou, que te
"emponte"... quem não está bem muda-se... "les habilles ne font
pas le moine" " les chiens oboient et la caravane passe" diz-me
de onde vens e dir-te-ei quem tu és... e ouço a banda musical e o Sinatra:
Strangers in the night. Vivo amargurado amaldiçoando a hora em que decidi vir
para aqui... torturado com a certeza de que só abandonarei este calvário entre
quatro tabuas...se pelo menos me sepultassem na terra abençoada onde nasci?
terça-feira, 26 de maio de 2015
Um século
Um século!? Ser centenário é um privilégio reservado a uma
pequena percentagem de humanos que vivem em comunhão com diversas gerações,
evoluindo tal como os tempos, passando por dias felizes, mas também por
momentos de extrema dificuldade, cogitar numa marcha lenta, obscura com
abertura de perspetivas otimistas, que alimentam a alma e tendem a repercutir
no corpo sinais visíveis com sequelas que jamais sararão.
Há já 17 anos que partiste pai… mais de um século – e,
recordo-me tão bem, dos teus gestos, apesar de pouco afetuosos! Não te
ensinaram a dar carinho, porque também o não terás tido? Conheci o avô, um
homem rude que temia sendo criança, quando me assentava naquela grande cozinha
à fogueira, e com a sua bengala de ferragem na ponta, apontava para a cabeça
dos seus netos, jogando o: “rectamol”.Terá sido a casa Grande da terra… em
tempos remotos. Porém, nunca cheguei a saber exatamente porque se afundou,
empenhando a maioria dos melhores prédios rústicos, os quais nunca foram
desempenhados, por razões evidentes que todos os falidos conhecem. A escada que
nos ergue desce-se mais depressa de que se sobe… e as consequências são por
vezes catastróficas para os descendentes. Aquelas juntas de touros que faziam
murmurarem os espetadores, e o boieiro orgulhoso levantava a cabeça,
transformaram-se em jericos a cair de velhos, cansados, comprados ao barato
numa das feiras dos chãos, nos dias 7 ou vinte, datas em que estas se
realizavam.
Numa parte da grande casa construída em granito, apenas com
duas divisões, conheci a violência doméstica, quando embriagado voltavas a casa
alta noite, e a tua mulher com lágrimas nos olhos te tratava de desgraçado… e
nós, teus filhos, já deitados, puxávamos da manta de farrapos para cima da
cabeça, para atenuar o medo, que os gritos da pancadaria, provocavam, e
trémulos, íamos pedir socorro. Perdoei, mais tarde, quando compreendi, que era
com o efeito do álcool, e a impotência de não poderes dar à tua família a
dignidade reivindicada com toda a justiça. No fundo, foste um bom pai, apesar
de um mau marido… diriam os teólogos ser obra do destino… eu direi ser obra de
um poder maquiavélico. As circunstâncias não podem abstrair as obrigações que o
raciocínio justiceiro impõe.
Falaste-me do Sr. Cidões de Murçós, quando soubeste que ia
casar nesta terra, dizendo terem sido vossos amigos e convidados para eventos
familiares… quando ainda a vossa casa era um lar abastado. Segundo me consta,
era uma família respeitada e considerada desta terra, e que grande coincidência,
também eu vivo numa das casas que foi sua.
Tenho muitas saudades tuas meu pai, apesar de tudo… o teu
sofrimento na última década de vida, que aquele estúpido acidente provocou na
tua perna esquerda ainda jovem, e que em todos os invernos voltava, quando
dormias em pé encostado às tuas “muletas”. Aos gritos sem que ninguém pudesse
vir atenuar o teu sofrer, rosto martirizado pela dor, já com poucos cabelos, de
olhar fixo no além, como a pedir alivio… tudo remói no meu pensamento de pai.
Apesar de ter tentado ser um bom pai também falhei… ainda não sei onde, nem por
que razão, mas limito-me a não julgar como poderei ser julgado.
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